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   AS MONTANHAS, AS FLORESTAS E A BAÍA
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As nuvens formadas pela evaporação das águas, principalmente do oceano, encontram as montanhas da Serra do Mar e nelas despejam as chuvas que vão regar a MATA ATLÂNTICA, encharcar o solo e formar os rios que deságuam na Baía de Guanabara.

A Serra do Mar é revestida pela Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta. Nas montanhas, a floresta é ainda exuberante e age como a primeira camada de uma esponja, guardando a água das chuvas e liberando-a gradualmente para o solo e para os rios.

Os rios que nascem a partir das chuvas nas florestas correm montanha abaixo, percorrem planícies, atravessam cidades, abastecem os manguezais e, por fim, despejam suas águas na Baía de Guanabara.

Todo rio é um ecossistema em que as partes não vivas interagem com os seres vivos (animais e plantas), influenciando e sendo influenciados uns pelos outros. Quando, por algum motivo, essa interação deixa de acontecer, o rio é considerado morto. Ele extingue-se como ecossistema, passando a ser um canal de escoamento de águas apodrecidas, imundas e malcheirosas.

A dinâmica das águas da Baía de Guanabara está intimamente ligada às florestas do seu entorno. Estas florestas alimentam e interagem com os rios que deságuam na baía e a tornam um belo e importante estuário.

Na Serra do Mar nascem os rios da Baía de Guanabara.

A saúde da Baía de Guanabara depende das florestas.

A floresta age como uma esponja, guardando a água das chuvas e liberando-a gradualmente para o solo e para os rios.

Todo rio é um ecossistema. O oxigênio necessário à vida aquática é aumentado pelo TURBILHONAMENTO das águas e pela FOTOSSÍNTESE.

A Mata Atlântica é um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta. Nas montanhas, a floresta é ainda exuberante e age como a primeira parte de uma esponja, guardando a água das chuvas e liberando-a gradualmente para o solo e para os rios.
Um rio "nasce" quando o solo encharcado libera filetes mínimos de água recebida das chuvas, esses filetes, conhecidos como nascentes, vão percorrendo a superfície, esbarrando em obstáculos, como pedras e galhos, e convergindo suas águas até encontrar outros filetes formados pelo mesmo sistema. Portanto, um rio nunca nasce de uma só nascente, ele é na verdade um somatório de nascentes, de riachos que se unem em apenas um rio.
Todo rio, não importa a sua extensão, largura, profundidade, velocidade, volume, trecho considerado e outras características f&i



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